Obcecado, Bolsonaro fala de Lula e fraude nas eleições após defender armas: “Tem que ter fuzil”; veja vídeo

Obcecado em atacar o ex-presidente Lula, que lidera com folga as pesquisas de intenção de voto, e ameaçar uma “convulsão” caso perca as eleições no próximo ano, Jair Bolsonaro (Sem partido) ligou a defesa do armamento à falácia defendida por ele sobre fraudes nas urnas eletrônicas.

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Indagado sobre a questão de “invasões” de terra, o presidente listou medidas que, segundo ele, teria reduzido as ações de movimentos pró-reforma agrária. Ao falar do decreto, que permitiu aos ruralistas estenderem a posse de armas a toda à propriedade, citou Lula.

“Por decreto, tem gente comprando fuzil. E tem que ter fuzil. Porque o bandido tem, porque o homem de bem não tem que ter também. Agora, eu sou massacrado por isso”, disse, emendando que “o próprio nove dedos falou que se chegar ao governo, vai tomar arma do povo. Agora, só chega na fraude. Na fraude“, disse Bolsonaro, iniciando a ladainha sobre a falta de segurança nas urnas eletrônicas.

Bolsonaro voltou a atacar o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com ameaças. “Se não passar [a MP sobre o voto impresso], ele vai ter que ter uma forma de tornar transparente as apurações, senão vão ter problemas no ano que vem”.

Antes, Bolsonaro voltou a ironizar a declaração de Barroso pedindo provas sobre as denúncias de fraude. “Ah, tem que apresentar provas. Apresento se eu quiser”, disse o presidente, ressaltando que contatou “hackers” para fazer uma “demonstração pública” sobre a falta de segurança nas urnas eletrônicas.

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